
Olhar a IBM sempre provoca reflexão. É uma empresa que foca exaustivamente no desenvolvimento pessoal, que sempre sobe a barra, que celebra pouco porque no momento da celebração sempre tem alguém que levanta e diz: "E se a gente fizesse diferente? E se a gente fizesse mais? Vamos fazer mais da próxima vez?". É uma empresa que foca cidadania de forma genuína, que procura desenvolver e explorar o lado cidadão de cada funcionário. Não é por acaso que quase todas as atividades de cidadania da IBM partem do princípio da participação e colaboração do funcionário. É uma empresa onde a comunicação é livre e transparente, com mídias sociais liberadas que permite termos mais de 15 mil blogs ativos. É uma empresa que forma líderes. A IBM ficou em primeiro lugar no ranking das companhias que melhor formam líderes no mundo segundo a pesquisa da Hewitt. Mas, acima de tudo, é uma empresa que privilegia o indivíduo, que dá chance a todos, que privilegia a performance, que adora pessoas que gostam de aprender, que puxa o potencial dos funcionários e que oferece oportunidades a todos. Cabe a cada um conquistar as oportunidades que estão sempre à frente e mostrar o que tem de melhor. A empresa está pronta para ver e abraçar isso.
O novo presidente da IBM Brasil, Rodrigo Kede, é o melhor executivo com quem já trabalhei na vida. É jovem, brilhante, inspirador e empreendedor, cabeça aberta e com uma surpreendente visão de negócios. É atleta, gosta de correr, também gosta de praia. Diz que pratica surfe. Não sei como ele pratica surfe em Sampa !! :) Certamente vou viver na IBM Brasil os momentos mais interessante na minha vida de trabalho. Estou ansioso por isso.
Ricardo Pelegrini, também brilhante executivo, até hoje presidente da IBM Brasil, sai do comando deixando um legado muito importante. Nos seus quase 5 anos de comando, ele praticamente dobrou a receita da companhia e colocou a IBM Brasil no contexto global, trazendo o "Research Lab" para o Brasil e implementando um vigoroso programa de expansão geográfica. O presidente anterior, Rogerio Oliveira, já havia dados os primeiros passos em relação à globalização e expansão, com crescimento forte e sendo o mentor da implementação do Global Delivery Center de Hortolândia. Ou seja, uma sequência de boas notícias, uma sequência de crescimento. Agora cabe ao Rodrigo fazer a sua história.
Não! Esta não é uma declaração de veneração à IBM. Esta é uma visão de uma pessoa que já trabalhou em muitas empresas diferentes, algumas pequenas, outras grandes, com todo o tipo de liderança, tendo 30 anos de trabalho nas costas e que consegue saber muito bem o que realmente vale a pena.