terça-feira, 2 de outubro de 2012

Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
o mesmo que desligar os telefones da empresa, que restringir o envio e recebimento de emails, que limitar o desenvolvimento de relacionamentos externos que podem ajudar a empresa a crescer em seus negócios e reputação. Ou seja, é o mesmo que falar: "vocês estão proibidos de falarem uns com os outros", imaginando ser isso possível

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
negligenciar o poder de influência que seus funcionários têm na sociedade, de representar a empresa para o mercado, de ocupar o espaço que hoje os seus concorrentes estão ocupando nas redes.

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
perder uma enorme e única oportunidade de geração e compartilhamento de conhecimento. Ou você pensa que o seu colega de trabalho não tem uma boa história para contar?

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
deixar de usar o canal mais poderoso para recrutamento e seleção de pessoal. As empresas mais inteligentes já descobriram que as mídias sociais são o meio mais eficaz, rápido e barato para descobrir e engajar talentos.

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
perder uma especial motivação para trazer e reter a nova geração Y em sua empresa, que tanto valoriza isso.

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
dispensar um excelente meio de aumentar o engajamento dos funcionários, melhorando o clima e quebrando barreiras geográficas e hierárquicas. Que empresa não gostaria de dizer que tem uma política de portas abertas?

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
ficar atrás dos concorrentes, porque certamente sempre existirá um competidor de sua empresa fazendo algo melhor e mais ousado que você.

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
não usar os canais que os clientes mais preferem para conversar com as empresas. Pesquisas mostram que 70% dos clientes gostariam de interagir com as empresas via mídias sociais.

9
Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
perder um canal de comunicação direto com o mercado, clientes e admiradores da marca. Empresas que optam por isso ainda têm sua comunicação externa baseada e dependente do velho tripé: página corporativa na web, relações com a imprensa e relações com analistas de mercado.

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Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
uma mera questão de tempo. As empresas também relutaram em liberar o uso do telefone pelos funcionários (teve uma época que as empresas colocavam cadeados nos telefones), o uso do email (no início somente os executivos tinham direito a tal luxo) e o acesso à internet (as empresas diziam que os funcionários não teriam maturidade para acessar a internet e que isso geraria perda de produtividade).

11
Proibir os funcionários de participarem das mídias sociais é...
Ilusão, pois eles já estão nas mídias sociais através de seus smartphones ou tablets.


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4 comentários:

tHe HeAdSHakEr disse...

Censura é sempre ruim e cada um DEVERIA ser responsável o suficiente para com seu trabalho de modo que não houvesse necessidade de proibições.

Porém, muitos dos argumentos aqui apresentados contra as proibições simplesmente não são verdadeiros ou, no mínimo, muito fantasiosos.

Todo mundo sabe que em redes sociais, Facebook por exemplo, a imensa maioria entra apenas para bater papo furado, trocar receitas de bolo, ver fotos de cachorrinho, gatinho, sobrinho recém-nascido e coisas importante do tipo...

Importante ferramenta de recrutamento é, talvez, o LinkedIn, mas não o Facebook, Twitter, Pinterest ou o Orkut (ainda existe?).

É muito diferente "ter um grupo de funcionários" atuando nas redes sociais (com objetivos e metas definidas) do que ter a empresa toda jogando conversa fora nas redes.

Só lembrando: enquanto se está na empresa, em horário comercial, aquelas horas são "compradas" de você pela empresa para que vc realize determinado trabalho. Não é certo usá-las para si próprio, para ir flertar com alguém, saber das últimas ou ficar escrevendo em maiúsculas "VAI CURÍNTXA!!".


tHe HeAdSHakEr disse...

Censura é sempre ruim e cada um DEVERIA ser responsável o suficiente para com seu trabalho de modo que não houvesse necessidade de proibições.

Porém, muitos dos argumentos aqui apresentados contra as proibições simplesmente não são verdadeiros ou, no mínimo, muito fantasiosos.

Todo mundo sabe que em redes sociais, Facebook por exemplo, a imensa maioria entra apenas para bater papo furado, trocar receitas de bolo, ver fotos de cachorrinho, gatinho, sobrinho recém-nascido e coisas importante do tipo...

Importante ferramenta de recrutamento é, talvez, o LinkedIn, mas não o Facebook, Twitter, Pinterest ou o Orkut (ainda existe?).

É muito diferente "ter um grupo de funcionários" atuando nas redes sociais (com objetivos e metas definidas) do que ter a empresa toda jogando conversa fora nas redes.

Só lembrando: enquanto se está na empresa, em horário comercial, aquelas horas são "compradas" de você pela empresa para que vc realize determinado trabalho. Não é certo usá-las para si próprio, para ir flertar com alguém, saber das últimas ou ficar escrevendo em maiúsculas "VAI CURÍNTXA!!".

tHe HeAdSHakEr disse...

Censura é sempre ruim e cada um DEVERIA ser responsável o suficiente para com seu trabalho de modo que não houvesse necessidade de proibições.

Porém, muitos dos argumentos aqui apresentados contra as proibições simplesmente não são verdadeiros ou, no mínimo, muito fantasiosos.

Todo mundo sabe que em redes sociais, Facebook por exemplo, a imensa maioria entra apenas para bater papo furado, trocar receitas de bolo, ver fotos de cachorrinho, gatinho, sobrinho recém-nascido e coisas importante do tipo...

Importante ferramenta de recrutamento é, talvez, o LinkedIn, mas não o Facebook, Twitter, Pinterest ou o Orkut (ainda existe?).

É muito diferente "ter um grupo de funcionários" atuando nas redes sociais (com objetivos e metas definidas) do que ter a empresa toda jogando conversa fora nas redes.

Só lembrando: enquanto se está na empresa, em horário comercial, aquelas horas são "compradas" de você pela empresa para que vc realize determinado trabalho. Não é certo usá-las para si próprio, para ir flertar com alguém, saber das últimas ou ficar escrevendo em maiúsculas "VAI CURÍNTXA!!".

Guilherme Martins Costa disse...

Mauro, excelente post.

Precisamos nos atentar para o fato - muito mais do que apenas teoria, mas realidade mesmo - de que o mundo mudou e as empresas precisam acordar para isso.

Novos canais, novos processos para troca de mensagens, online e offline integrados de vez... a "era digital" deixou de ser algo para o futuro e acontece neste exato instante.

As empresas precisam sair da postura "reativa" para uma proatividade com este novo paradigma... e apenas compreendendo e tendo domínio das inovações recentes isso sera possível.

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